“Os olhos dela, por um instante, foram um abismo onde fiquei envolto por clareza luminosa. Onde caía como se flutuasse: cair através do céu dentro de um sonho.”
“E o seu rosto: o interior dos seus olhos: era um céu onde existiam novos sentidos: uma nova vida, criada nas suas mãos, mais que perpétua: e era possível acreditar em tudo porque havia apenas certezas na intensidade dos seus olhos.”
José Luís Peixoto, Cemitério de Pianos.